SEJA BEM VINDO!
O segredo da felicidade no trabalho reside em uma palavra: excelência.
Faz bem aquele que gosta do que faz...
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Criando um portfólio digital
Estou curtindo bastante com a experiência de construção do meu blog. Espero que os caros colegas possam visitá-lo. Aí vai o endereço: lourdinhacnovos.blogspot.com Um abraço, Lourdinha
Reflexões sobre o vídeo hipertextualidade
De acordo, com o vídeo de Alejandra Bertoloccini os elementos presentes no hipertexto que não encontramos no texto são: formato muito heterogêneo, transversalidade, descentralização das informações e singularidade. A hipertextualidade apresenta multiplicidades de informações que deixam de ser hierarquizadas, permitindo trilhar por novos caminhos, novos mundos por cada usuário, criando conexões múltiplas de elementos heterogêneos. Sendo assim, acontecem mudanças significativas tanto na forma como ensinamos e como na de aprendemos.
Comentando o hipertexto dos colegas
Muito bem amiga Arimá! Espero que estejas aprendendo todos esses conceitos da internet. Com certeza facilitará a compreensão e melhorará a sua prática pedagógica. Um abraço, Lourdinha
Conceituando hipertexto
O termo hipertexto foi criado no início dos anos 60 por Theodore Nelson, para exprimir a idéia de um texto em formato digital, ao qual se agregam outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal. Em palavras mais simples, o hipertexto é uma ligação que facilita a navegação dos internautas. Um texto pode ter diversas palavras, imagens ou até mesmo sons, que, ao serem clicados, são remetidos para outra página onde se esclarece com mais precisão o assunto do link abordado. O sistema de hipertexto mais conhecido atualmente é a World Wide Web, no entanto a Internet não é o único suporte onde este modelo de organização da informação e produção textual se manifesta.
Experiência de navegar livremente
Navegar na internet é muito interessante. É de suma importância a qualificação do professor no que se diz respeito à informatização, para que assim o mesmo venha a transformar os conteúdos existentes na internet e no próprio computador em conhecimento para seus alunos, auxiliando assim nas pesquisas e levando novos elementos para compor sua aula, inovando os métodos de ensino-aprendizagem, estimulando a vontade de aprender.
O hipertexto uma importante ferramenta que possibilita a participação ativa do usuário na construção do conhecimento. Professor e aluno tornam-se mais ativamente participantes em relação ao processo de construção de conhecimentos, à medida que o hipertexto é construído de forma cooperativa, com interação mútua, sendo um espaço de construção de conhecimento efetivamente coletivo.
E achei muito gostoso também ‘navegar’ da mesma forma, principalmente por ser deste jeito mesmo: sem preocupações, sem receios de onde parar, sem medo de errar ou de acertar. Navegando no http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto, e clicando em alguns dos vários links, percebi que meu conceito de hipertexto se expandiu. Se descuidar, a gente se perde neles, pois são tantos lugares a explorar... Mas, como tinha um objetivo pré-estabelecido, que era o de realizar esta atividade, não me perdi.
Com isto, fui parar em vários lugares inusitados, às vezes dentro do próprio site, e outras pra mais longe: para outros sites e até mesmo fazendo downloads de programas que me interessam. O mais interessante é que, muitas vezes ao clicar num determinado link a gente não encontra o que esperava, mas continuando a navegação, nos deparamos com o que queríamos. Isso é fantástico!
NAVEGANDO A DERIVA
"É tão perigoso navegar à deriva em águas profundas da imaginação, quanto estar perdido no silêncio do deserto". Adalberto Lima
Pra não nos sentirmos perdidos ao navegarmos é preciso um mínimo de conhecimento acerca da tecnologia apresentada. Não me senti perdida no Portal do professor porque já o conhecia. Achei muito interessante, rico e variado. Um mar de conhecimentos.
Vamos continuar navegando colegas!
terça-feira, 31 de maio de 2011
VOCÊ É HOMEM OU ELEFANTE?
Este final de semana fui com minha família ao circo.
Fiquei muito feliz ao perceber que os nossos animais não são mais motivos de sofrimento. Apesar dos lindos espetáculos, sabíamos o quanto eram espancados e maltratados para fazer o que seus adestradores queriam.
Lembrei-me da fábula que conto nos meus cursos motivacionais e resolvi dividí-las com meus leitores.
Você já observou um elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo.
A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia arrancá-la do solo com facilidade e fugir. E por que o elefante não foge? Perguntei a um adestrador e ele me explicou que o elefante não escapa porque está adestrado.
Fiz então a pergunta óbvia: "Então, por que o prendem?" Não houve resposta! Há alguns anos descobri que, para minha sorte, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno.
Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar, e, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele; o elefantinho tentava, tentava e nada...
Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo. Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode e jamais volta a colocar à prova sua força.
Moral da História: Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas "que não podemos ter", "que não podemos ser", “que não vamos conseguir", simplesmente porque quando éramos crianças e inexperientes algo não deu certo ou ouvimos tantos "nãos" que a corrente da estaca ficou gravada na nossa memória com tanta força que aceitamos o “sempre foi assim”.
De vez em quando sentimos as correntes e confirmamos o estigma: "não posso", "é muita terra para o meu caminhãozinho", "nunca poderei", "é muito grande pra mim"! A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras e não ter receio de arrebentar as correntes!
Afinal, Você é Homem ou Elefante?
Fiquei muito feliz ao perceber que os nossos animais não são mais motivos de sofrimento. Apesar dos lindos espetáculos, sabíamos o quanto eram espancados e maltratados para fazer o que seus adestradores queriam.
Lembrei-me da fábula que conto nos meus cursos motivacionais e resolvi dividí-las com meus leitores.
Você já observou um elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo.
A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia arrancá-la do solo com facilidade e fugir. E por que o elefante não foge? Perguntei a um adestrador e ele me explicou que o elefante não escapa porque está adestrado.
Fiz então a pergunta óbvia: "Então, por que o prendem?" Não houve resposta! Há alguns anos descobri que, para minha sorte, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno.
Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar, e, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele; o elefantinho tentava, tentava e nada...
Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo. Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode e jamais volta a colocar à prova sua força.
Moral da História: Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas "que não podemos ter", "que não podemos ser", “que não vamos conseguir", simplesmente porque quando éramos crianças e inexperientes algo não deu certo ou ouvimos tantos "nãos" que a corrente da estaca ficou gravada na nossa memória com tanta força que aceitamos o “sempre foi assim”.
De vez em quando sentimos as correntes e confirmamos o estigma: "não posso", "é muita terra para o meu caminhãozinho", "nunca poderei", "é muito grande pra mim"! A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras e não ter receio de arrebentar as correntes!
Afinal, Você é Homem ou Elefante?
Reginah Araújo
Assinar:
Postagens (Atom)